Gavião começou a versar ao desafio no trabalho de campo e durante 40 anos como chefe de estação da CP foi sempre compondo quadras. "Escrevo e meto no computador, coisas que acontecem, uma pessoa que morre, uma desgraça. Uma tragédia dá-me mais inspiração, mais emoção. Quando dedico a um amigo meu fica mais gravada".
Mas também dedica ao seu Alentejo: "Quem o Alentejo critica/ é gente que não conhece/ mais valia saber dar/ o valor que ele merece".


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