Avancei até à estação de Serpa/Brinches com intenção de caminhar pelo ramal de Moura. Já uma vez ali tinha estado. É daqueles locais onde só se escuta o som das placas ferrujentas a uivar ao vento, onde o tempo congelou. Apetece sentar e ficar a ver as ervas ondulando à nossa frente.
Acontece que ao fim de uns 500 metros descobri que as ervas estavam tão altas e cobrindo os carris de tal forma que era impossível progredir.


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