
A minha Berg, que me acompanha desde Sagres. Noutro dia interrompi a travessia para vir a Lisboa e apanhei um autocarro em Celorico da Beira. Em Viseu, mudámos de camioneta. Em Coimbra, parámos na central de camionagem, corri para a casa de banho. Quando regressei, a camioneta já tinha partido com a minha querida mochila lá dentro. Apanhei outra camioneta, uns 30 minutos mais tarde. Cheguei a Sete Rios, dirigi-me aos perdidos e achados, lá estava ela acabadinha de chegar. Acho que lhe devia dar um nome, de preferência feminino mas não sei qual.
1 comentário:
Amigo Nuno perder a mochila para um aventureiro é como um soldado perder a espingarda em tempo de guerra........gostei mt do teu blog.força continua.
Agostinho Bilro
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